O preparo avança em etapas explícitas — separação, preparação, validação, entregue. Cada uma tem o seu SLA, e o que está em cada etapa fica visível, em vez de viver na cabeça de quem está na bancada.
Quando o preparo para, a pausa é registrada com justificativa. Isso alimenta a leitura de paradas causadas pela farmácia e mantém o SLA honesto — o tempo parado tem nome e motivo.
O pipeline da farmácia se cruza com a chegada do paciente à sala pelo número do atendimento. Fica claro quando a medicação estará pronta e onde o fluxo trava entre o preparo e a poltrona — a base do painel de atendimentos abertos.
A sala de quimioterapia acompanhada ao vivo — cada poltrona, cada sessão, cada parada.
Cinco dashboards clínicos calculados no servidor, a partir do log de eventos.
Análise determinística como fonte da verdade; o modelo de linguagem apenas verbaliza.
Anamnese, prontuário, guias de autorização e o copiloto de gestão — com privacidade na base.
30 minutos. Uma conversa sobre a sua sala e o seu fluxo. Saímos da chamada com um diagnóstico inicial e os próximos passos por escrito — software, processos e treinamento.